NOME

JÚLIO COSTA

NATURALIDADE

Caldas de Monchique

DATA DE NASCIMENTO

26/09/1896

POSIÇÃO

Avançado-Centro ou
Extremo Esquerdo/Direito

CLUBES

(...)
SL Benfica
(...)
Império LC (21/22)
Olhanense (21/22) 4-3
* - a partir de Março
Olhanense (22/23) 31-19
Olhanense (23/24)
Olhanense (24/25)
Olhanense? (25/26)
Olhanense? (26/27)
Lusitano de VRSA? (27/28)
(...)
 
 
 

Em 1924, com o capitão
do FC Porto e o árbitro na final
do Campeonato de Portugal

 
 
 
  Experiente avançado, que havia jogado no Benfica (nas segundas categorias) e no Império de Lisboa, e que chega a Olhão na segunda metade da época 1921/22, disputando alguns jogos do campeonato regional, incluindo a polémica final com o Farense. Segundo alguns sites em que pesquisámos terá alinhado no CD Palhavã na época 1921/22, o que é muito provável, dado que o primeiro jogo em que alinha de rubro-negro é em Março de 1922.

Contudo, em relação ao verdadeiro nome na altura do clube anterior ao nosso, é de referir que 
CD Palhavã é o nome que o Império Lisboa Clube adoptou apenas a partir de 1928. Em 1917 o Império Lisboa Clube surgiu como resultado da fusão entre o Sport Clube Império e o Lisboa Futebol Clube. Ou seja, a denominação em 1922 quando Júlio chega a Olhão era de Império Lisboa Clube, e não CD Palhavâ.

Logo na primeira época de rubro-negro (em que chega já perto do final), Júlio Costa faz 3 golos em 4 jogos. Alinhava normalmente a avançado-centro, mas com a chegada de outros reforços nas épocas seguintes jogou noutras posições do ataque, com maior incidêndia no lugar de extremo esquerdo, que passou a ocupar após a chegada de Joaquim Gralho ao Olhanense.

Foi uma das primeiras contratações sonantes que o presidente Cândido do Ó Ventura efectuou tendo em vista construir a grande equipa 
que conquistou o Campeonato de Portugal em 1923-24, e foi ao mesmo tempo o "orientador" da equipa (era referido na imprensa da época como treinador da equipa, sendo liderava o que no Olhanense chamaram de Conselho Técnico, e que contava ainda com o prestigiado Rogério Peres, ex-árbitro e também ele ex-futebolista do Benfica, e o antigo jogador rubro-negro José Rasco).

Após terminar a carreira de futebolista, "Julinho" (como também era conhecido) optou pela carreira de tipógrafo, trabalhando nas instalações onde seria imprimido o conhecido jornal "A Bola", e já já quando residia em Olhão trabalhou num jornal com sede em Faro, "A Moca", e deslocava-se muitas vezes até à capital da região de bicicleta.

Abaixo podemos ver um artigo no jornal do nosso clube aquando do seu 90.º aniversário, em 1986. Mais abaixo uma capa da revista "Cine e Sport", de Outubro de 1924, em que tem direito a artigo na capa

     



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