NOME

ÁLVARO CAROLINO Nascimento

NATURALIDADE

Pinhal Novo
(2 vezes intern. AA)

DATA DE NASCIMENTO

07/04/1951

DATA DE FALECIMENTO

11/08/2001

CLUBES COMO JOGADOR
(camadas jovens)

Pinhalnovense (74/75)
Benfica (65/66 a 68/69)

CLUBES COMO JOGADOR
(séniores)

Benfica (69/70) - reservas?
Peniche (70/71 e/ou 71/72?)
Montijo (72/73 e 73/74)
Boavista (74/75 a 79/80)
Acad. Coimbra (80/81)

CLUBES COMO
TREINADOR ADJUNTO

Boavista (81/82)
* - até à 21.ª jornada
(com Mário Lino)

CLUBES COMO
TREINADOR PRINCIPAL

Boavista (81/82)
* - a partir da 22.ª jornada
Espinho (82/83) 13.º
Espinho (83/84) 2.º
* - até à 14.ª jornada
Chaves (84/85) 2.º
Nacional (85/86) 7.º
Nacional (86/87) 10.º
Olhanense (87/88) inc.
Felgueiras (88/89) inc.
Ac. Viseu (88/89)
* - a partir da 35.ª jornada
Ac. Viseu (89/90) 4.º
Feirense (90/91) inc.
sem clube (91/92)
Campomaiorense (92/93) inc.
Varzim (92/93) 15.º
Maia (93/94) 4.º
Leixões (94/95) inc.
Maia (94/95) inc.
Beira-Mar (95/96)
* - até à 28.ª Jornada
Esposende (96/97)
* - até Março
FC Marco (98/99)
Gondomar (99/00)
* - apenas durante a pré-época
Boavista (00/01)
* - camadas jovens
 

Antigo defesa central do "Boavistão" de Pedroto (onde conquistou duas Taças e foi vice-campeão nacional), como técnico passou pelo comando do Olhanense na época 87/88, substituindo o brasileiro Eduardo Nunes, que não chegou a iniciar a época em termos de jogos oficiais. Uma situação anómala, mas não virgem no futebol Português. Por ironia do destino, Carolino sofreria na pele na última época desportiva em que orientou umae quipa senior e profissional. Foi Gondomar, devido a divergências com um dirigente do clube. Na altura do falecimento, encontrava-se ligado ao futebol juvenil do Boavista e da AF Porto.

Morreu aos cinquenta anos devido a problemas pulmonares e, na nossa cidade, apesar de não ter finalizado a época (foi subsituido a poucas jornadas do final pelo experiente lateral direito
DINIS, que iniciaria aí a sua carreira de técnico), ficará para sempre ligado a uma das grandes tardes do Olhanense no Estádio José Arcanjo. Orientou a equipa que eliminou a então primodivisionária Académica de Coimbra, com uma goleada de cinco bolas a uma (!). Vitor Manuel, técnico da "Briosa" e adversário naquela tarde, não inventou desculpas e disse que «se o Olhanense jogasse sempre assim, subia de Divisão e era campeão nacional».

Mas... a verdade é que jogou sempre assim, não subiu e ficou em 10.º lugar da antiga Zona Sul. O futebol é isso mesmo, mas ninguém poderá apagar da memória de Paulo Silva (hoje árbitro), Carlos Reis, Tito e restantes colegas uma das tardes de melhor memória desde que a formação rubro-negra começou a jogar no seu recinto relvado. Nesse dia esses "filhos de Olhão" (que nunca tiveram uma merecida oportunidade ao mais alto nível) foram muito superiores a uma Académica com vários "nomes" (como os três "itos", Mito, Marito e Quinito, ou outros como Reinaldo, Rolão, Tomás, Cadorin ou Vitor Nóvoa).

 
Plantel 87/88
     
     


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